Vejo o blog sobretudo como um espaço democrático do qual podemos publicar diversos trabalhos dos mais variados gêneros e interesses, partindo desse conceito também postarei aqui minhas criações poéticas, que também revelam um lado particular da minha personalidade. Cada um de nós em nossos momentos íntimos de reflexão, procuramos traduzir o que sentimos das mais variadas formas, sendo elas por gestos, músicas, ou até mesmo o simples ato do silêncio, a minha maneira de transmitir esses sentimentos é através das palavras, da poesia. Espero que gostem.
QUÍMICA
Autor: Maico Junior Magri
Olhos nos olhos;
Corpos ardentes;
Lábios de mel;
Sorriso envolvente.
Desejos afloram;
Em beijos de paixão;
Sentimentos a flor da pele;
Momentos de emoção.
No céu ou na terra;
No deserto ou no mar,
A vida é tão caprichosa;
E ao mesmo tempo bela;
Que muitas vezes não nos damos conta;
Mas o universo parece conspirar;
Para o encontro de dois corações;
Desfrutarem do prazer de amar.
Sincronia perfeita;
Um toque entre as mãos;
Movimentos, trejeitos;
Dançando ao compasso;
Da mesma canção.
Cheiro de perfumes;
Alegria e diversão;
Olhares e carícias;
Provocam arrepios;
Estanha e fascinante sensação.
Tudo é interrompido;
O tempo não parece passar;
Quando duas almas apaixonadas se encontram;
Horas viram segundos, meses viram dias;
Mas nada disso parece bastar;
Então essas almas se unem;
Em um só corpo, em um só lugar;
E se envolvem da mais intensa paixão;
A química do amor esta no ar.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
A sociedade da imagem
Após tanto tempo sem uma publicação em meu blog, resolvi publicar um texto elaborado por mim e pelo meu colega Alexandre Pauli, na disciplina de Auteridade e Etnocentrismo, do Curso de Ciências Socias da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Esse exercício proposto a nós em sala de aula,consistia em estranhar aquilo que nós é considerado como familiar, ou seja, estranhar algum aspecto da nossa realidade cotidiana, a partir disso, resolvemos fazer nosso estranhamento com base na sociedade atual, onde as pessoas se preocupam cada vez mais com sua imagem, e que muitas vezes para obterem essa "boa aperência", acabam se esquecendo de seus verdadeiros valores sociais, éticos e morais, e é nesse contexto que instigo a vocês, leitores, refletirem sobre isso e elaborarem suas próprias conclusões quanto ao tema abordado nesse texto.
Vivemos na época em que o ser ou parecer ser prevalece. A imagem é bela, o sacrifício existe, e é de grande benefício passar horas e horas exercitando os músculos, ao invés de exercitar o cérebro em uma academia. Expomos nossa imagem em sites, preferencialmente através de fotografias, estas tiradas por nós mesmos em frente do espelho, mas não nos damos conta de que essas fotos são o duplo reflexo de nossa imagem. O tempo passa, e o uso de cremes aumenta cada vez mais, algumas pessoas chegam ao ponto de fazer implantes de rosto para adquirir uma nova fisionomia, outros vão muito além disso, e acabam até se transformando de negro em branco e vice-versa. Somos seres estranhos, estampamos nossa imagem em outdoors, ônibus, Jornal, e até no bolo de aniversário, muitas vezes inspirados por uma filosofia de que quanto maior a exposição, melhor a satisfação. Mulheres e homens esticam, reduzem, aumentam, definem as formas do corpo, afinal somos imortais!, passamos a vida querendo parecer com uma imagem ideal, contudo nos esquecemos que somos apenas simples mortais. Mas muita gente ainda se pergunta, o que eu tenho à ver com isso?, afinal de contas o que importa essencialmente é a imagem. Entretando, eis que surge uma ideia para solucionar esse problema, vamos extinguir o uso do espelho, quem sabe assim a humanidade resolva sua crise de identidade.
Maico Junior Magri e Alexandre Pauli,acadêmicos do Curso de Ciências Sociais da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS).
Vivemos na época em que o ser ou parecer ser prevalece. A imagem é bela, o sacrifício existe, e é de grande benefício passar horas e horas exercitando os músculos, ao invés de exercitar o cérebro em uma academia. Expomos nossa imagem em sites, preferencialmente através de fotografias, estas tiradas por nós mesmos em frente do espelho, mas não nos damos conta de que essas fotos são o duplo reflexo de nossa imagem. O tempo passa, e o uso de cremes aumenta cada vez mais, algumas pessoas chegam ao ponto de fazer implantes de rosto para adquirir uma nova fisionomia, outros vão muito além disso, e acabam até se transformando de negro em branco e vice-versa. Somos seres estranhos, estampamos nossa imagem em outdoors, ônibus, Jornal, e até no bolo de aniversário, muitas vezes inspirados por uma filosofia de que quanto maior a exposição, melhor a satisfação. Mulheres e homens esticam, reduzem, aumentam, definem as formas do corpo, afinal somos imortais!, passamos a vida querendo parecer com uma imagem ideal, contudo nos esquecemos que somos apenas simples mortais. Mas muita gente ainda se pergunta, o que eu tenho à ver com isso?, afinal de contas o que importa essencialmente é a imagem. Entretando, eis que surge uma ideia para solucionar esse problema, vamos extinguir o uso do espelho, quem sabe assim a humanidade resolva sua crise de identidade.
Maico Junior Magri e Alexandre Pauli,acadêmicos do Curso de Ciências Sociais da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS).
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